quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Imagens de Referências







5ª e última história

Alexius
Os anos de 480 a.C.a 359 a.C. é marcada pela grande ascensão da Grécia, dividida em várias cidades-estados. Dentre elas as principais era Esparta e Atenas. Cada uma destas Pólis desenvolveu o seu modelo político (a oligarquia militarista em Esparta e a democracia aristocrata em Atenas).
Nesse mesmo período acontece o crescimento do império Persa. Inimigos em potencial da Grécia.
Várias batalhas entre esses dois impérios foram travadas ao longo do tempo em busca de expansão e poder. Inclusive entre as cidades que compunham a própria Grécia.
Nesse cenário de guerra, Odisseu, um guerreiro persa com uma mente brilhante, desenvolve uma ardilosa tática para enfraquecer os gregos e com isso trazer vitória para os Persas de uma vez por todas.
Sua idéia era criar uma guerra interna, gerando um clima de agressividade e desconfiança. Fazendo com que as cidades entrassem em confronto e enfraquecessem. E então, nesse momento, o exército persa estaria esperando, invadiriam e dominariam todo o território.
A história começa com um Herói andarilho, Alexius, espírito corajoso e viajor, sempre em busca de novas experiências e desafios.
Enquanto caminhava rumo a Atenas, Alexius se depara com um garoto, andando sem rumo com olhar marcado por profunda tristeza.
Sem entender, Alexius caminha em direção ao garoto e pergunta:
- Como vai pequeno? Está tudo bem com você? Onde estão seus pais?
-Olá senhor, meu nome é Iseu, não posso desperdiçar meu tempo. Minha cidade foi atacada por guerreiros de Esparta. Alguns morreram e muitos foram levados como escravos, inclusive meu irmão.
O garoto abaixou a cabeça por um momento.
-Ele é a única família que me restou, meus pais morreram enquanto tentavam nos proteger.
Estufando o peito como se puxasse toda a coragem de dentro de si, disse:
- Eu vou encontrá-lo, e vou libertá-lo.
Alexius se impressionou com a determinação de Iseu. Mas ainda sem entender, quis saber por que os Espartas fariam coisa assim. Possivelmente o garoto havia se enganado.
-Me diga Iseu, como você sabe que foram os Espartas que os atacaram?
-Por causa dos uniformes deles, senhor. Aqueles escudos são difíceis de serem confundidos!
Alexius se calou por alguns segundos, se voltou ao garoto e disse:
- Pois então que seja, eu vou te ajudar na busca pelo seu irmão. Só preciso passar antes na cidade para reabastecer e logo depois seguiremos viagem.

Enquanto reabastecias seus suprimentos, pôde escutar murmúrios por toda a cidade. Os Atenienses estavam dispostos a unir forças e contra-atacar Esparta.
Pegando todo suprimento necessário, ele seguiu caminho junto a Iseu rumo a Esparta. Chegando, logo foram buscar informações que pudessem levá-los ao paradeiro dos prisioneiros. Mas para a surpresa de Alexius, a história que corria ali era outra.
Diziam que o general havia recebido uma carta que delatava uma conspiração de Atenas contra Esparta, que os traidores planejavam roubar todo armamento de Esparta. Na hora e no local indicado, os soldados de Esparta estavam preparados. E como foi previsto, encontraram os traidores no depósito de armas. Prendendo a todos.
O clima de tensão pairava por toda cidade e eles estavam dispostos a atacar Atenas e tirar dela o seu poder político.
Alexius procurou e encontrou os prisioneiros de Atenas, inclusive o irmão de Iseu e conseguiu libertá-los. Quando em segurança, se virou para um dos prisioneiros e perguntou:
-O que aconteceu com vocês? É verdade que a missão de vocês era roubar o armamento de Esparta?
-Claro que não. Nós não fizemos nada, nós fomos atacados, e trazidos para cá como escravos, nos prenderam em um local escuro e úmido, mas uma das grades de dava a uma passagem subterrânea estava quase totalmente solta. Pensamos: “Que sorte a nossa”, logo os guardas se foram e nós saímos, no fim da passagem fomos parar em outro galpão. E o resto você já sabe, nós pegaram, e nos prenderam novamente, nos acusando de traidores.
-Obrigada por nos salvar, agora vamos voltar para Atenas e nos preparar para a batalha contra Esparta.
Nesse momento um dos prisioneiros gritou:
-É ele!! Um dos soldados que nos aprisionou.
Alexius sem hesitar correu atrás do soldado para quem o homem estava apontando, o derrubou e após uma boa luta, quando Alexius viu a tatuagem.
Ele não era Esparta, ele era Persa! Foi então que tudo fez sentido. Pois todos os Persas ganhavam aquela marca ao se tornarem soldados. Era motivo de orgulho, coragem e força para eles.
Os prisioneiros foram para Atenas, contar o que estava acontecendo. E Alexius, voltou a Esparta com o verdadeiro traidor.
O general, ao ver que tinham persas infiltrados em seu exército ordenou imediatamente uma busca ostensiva, ninguém mais poderia sair da cidade sem a autorização até que cada casa, cada canto fosse verificado e todos os persas encontrados.
Enfurecidos com Alexius, e cientes da morte certa. Os persas armaram uma emboscada para acabar com ele.
Mas no final, são derrotados e entregues ao julgamento que mereciam...a tortura!!
E assim, Alexius foi condecorado por sua bravura e por restaurar as alianças entre Atenas e Esparta.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

design dos personagens em esboço apenas (sujeitos a alterações ainda)

Nada sobre esse ainda talvez algo relacionado a zeus ou um deus, provavelmente nem será usado

Primeiro MidBoss/Boss, sujeito a alterações
Vilão Espartano/Grego que será usado como mob
Apenas um Design extra caso ele tenha que se manter disfarçado

Design que seria usado caso ele viesse do espaço
Primeiro Design do personagem com base grega e provavelmente qual será usado

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Jogos de Referencia

Boa tarde, aqui é o Ricardo, estou aqui para falar que tipo de jogo será o nosso projeto "Tristan".
Tristan será um jogo de Plataforma, usaremos a "Unity 3D" para produzi-lo, a jogabilidade é baseada em diversos jogos, passarei uma lista agora.

Heart of Darkness
http://www.youtube.com/watch?v=_t3upBZMQbg&feature=related
é um jogo de plataforma que assim como o nosso tem os graficos 3D e a jogabilidade em 2D, é um jogo um tanto complicado, porém muito bom, infelizmente só tive a possibilidade de jogar a Demo.

Castlevania
http://www.youtube.com/watch?v=Wd5aS6jVsew
esse jogo já é de uma franquia antiga, conhecido por muita gente, já foram feitas versões 3D, porém nenhuma delas supera a versão que eu coloquei no video.

Super Mario World
http://www.youtube.com/watch?v=MXvHHwOYTFg
esse dispensa comentários.

Demons Crest
http://www.youtube.com/watch?v=sPxHinQoquo
esse jogo é um jogo que marcou a minha infancia, é um jogo que ao contrário da maioria você usa um vilão, que está sendo seguido por outros vilões, um jogo muito interessante.

Por enquanto é só, pessoal.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

4ª história


O universo é composto por várias galáxias e dimensões

 que existem e coexistem em perfeito equilíbrio e

harmonia, cada qual não interferindo um no outro, cada

um com suas características, desenvolvimento e

mistérios.
E assim foi durante milhares de anos, até que um dia

esse equilíbrio foi colocado em risco e um grande

colapso entre os mundos começam a surgir.

Kendall Dailin, um belo e poderoso homem, porém de

caráter deformado por seu orgulho e sede de poder, não

mede esforços para colocar seu grande e inusitado plano

 em prática no qual no fim, dele seria o poder supremo e

o controle de todos os mundos. E para que isso se

tornasse realidade, estaria disposto a destruir tudo e

todos que se colocassem em seu caminho.

Iniciado nas artes ocultas, Kendall deu a vida a criaturas

estranhas e assimétricas feitas de lama, pedra, fogo,

raio e água, cada qual dentro de suas propriedades eram

fortes, porém não possuíam nenhum sinal de

inteligência, fazendo com que ele tivesse total controle a

elas.

Com as invasões nos diversos mundos, o equilíbrio

natural foi afetado, e os resultados desse desequilíbrio

pôde ser sentido por todos.
A população no planeta Bellatrix, da Galáxia de Orion,

era altamente evoluída e pacífica. A magia fazia parte de

suas vidas e tinham pleno controle das energias e dos

poderes da mente.
Visando a restauração do equilíbrio entre os mundos,

Guerreiros Turions foram enviados aos vários mundos

para tentar evitar que essa ameaça crescesse ainda

mais.
Esses guerreiros deverão estar preparados, pois não

fazem idéia do que encontrarão nesses mundos e o que

virão a enfrentar.

3ª História

Alexius
Mortes, desastres e guerras. Ao longo do tempo, os humanos se perderam em meio a tanta guerra e sofreram muitas ameaças sobre o fim do mundo.
            A luta pela sobrevivência nunca realmente teve um fim, e já não era possível saber quando começou.
            O período de guerra parecia ser infinito, os estragos eram cada vez pior. Não demorou muito até que o ar e a água já estivessem completamente intoxicados e a terra estava praticamente toda destruída. As guerras não eram uma questão de honra, mas sim questão de sobrevivência. Naquele momento a sociedade passava por um período de disputa, tanto por territórios quanto por alimentos, e aos poucos a terra não era mais um planeta habitável.
            Com tanta guerra, a fé e a crença humana em Deus já não era o bastante, o lado maligno de Deus estava dominando tudo, até mesmo o lado benigno.
            Deus percebeu que estava perdendo o controle de tudo, vendo que a qualquer momento poderia perder a crença e fé dos humanos e que o seu lado benigno poderia virar apenas uma figura insignificante e o seu lado maligno dominar o que ainda restava, resolveu procurar uma solução. Em meio a tanta desgraça, descobriu que dentro daquele conflito ainda existiam seres que lutavam pela paz e então chegou à conclusão de que se esses seres derrotassem os aspectos malignos o mundo então poderia ser salvo do apocalipse.
            Deus então criou personificações físicas que representavam todos os seus aspectos malignos. Cada ser possuía um aspecto diferente.
            O jogo começa quando Deus, depois de criar as personificações do seu lado maligno, manda Metatran, o mensageiro, para a terra para avisar Alexius, que o fim estava próximo, porém ainda restava uma salvação.
            Alexius era o representante dos humanos na terra e era um dos seres que lutavam pela paz.
            O mensageiro explicou para Alexius que se ele conquistasse os aspectos benignos de Deus conseguia salvar o mundo, e a única forma se conquistar esse aspectos era derrotando as personificações com aspectos malignos.
            Alexius vendo que aquela seria sua única opção resolveu então aceitar e partiu para a batalha.

2ª História

Os humanos ao longo do tempo se perderam em meio a tanto poder e gloria. Os lideres das tribos, que se intitulavam “Deuses da guerra” entraram em uma missão de queimar e destruir templos divinos. O que mantinham os poderes divinos era a fé humana e a egrégora criada com os templos dedicatórios. Com o passar do tempo, os Deuses divinos vendo a possibilidade de perder seus poderes divinos, criaram personificações físicas, que eram extensões dos seus poderes.
                Cada um desses seres possuía um elemento de seu criador.
                O jogo começa quando Zeus criou um plano, mandou Hermes, o mensageiro, para a terra para avisar os homens escolhidos que o mundo seria destruído se os humanos continuassem a afrontar contra os comandantes do Olimpo. Alexius foi um dos que Recebeu a mensagem e tentou convencer os lideres de que, o que faziam era errado e que o mundo seria destruído se continuassem. Sem sucesso, Alexius após ser ridicularizado, decidiu agir diferente. Ficou sabendo das criaturas divinas e que derrotando – as poderia obter seu poder. Achando que os poderes, poderia se tornar um dos governantes do Olimpo resolveu buscar e enfrentar esses seres para tentar salvar o mundo.

1ª História

A HISTÓRIA

Profecias, desastres e ameaças. O planeta terra sempre passou por maus bocados nas mãos inconseqüentes dos humanos, mas isso nunca impediu o sol de nascer, as árvores de crescer e a água de correr. Ao longo da história, a raça humana enfrentou profecias sobre o fim do mundo, encararam a poluição ambiental e tudo o que era jogado sobre eles de erros passados. A luta humana pela sobrevivência nunca realmente teve um fim, e já não é possível saber quando começou. Presunçosos, a tecnologia ganhava cada vez mais o seu espaço na sociedade humana, com todas suas certezas absolutas e incontestáveis de que o futuro era aquele, onde não se precisa mais do real, quando o virtual é simplesmente muito mais fácil e belo. Mas como todos os períodos retratados na história humana, esse também veria o seu fim.
Tudo começa quando a tecnologia abundante no planeta torna tudo mais fácil. Exceto a tecnologia, o restante era visto como desprezível, simples e minimalista. No começo acreditava-se estar realmente vivendo em uma utopia, onde a tecnologia caminhava junto ao homem, e a sociedade estava em harmonia com o seu governo.
Ainda restavam muitas diferenças à serem resolvidas, e infelizmente essas diferenças gerava um acerto de contas bélico. Isso resultava não somente em um vencedor, mas principalmente em um perdedor. Perdendo a guerra, os países eram obrigados a se reconstruírem e vetados de investirem em armamentos. Aos poucos, os países se erguiam novamente e, proibidos de investirem no poder bélico do país, havia somente outras áreas para serem investidas como comércio, saúde e educação. Foi um processo lento e cansativo, países iam se reconstruindo, criando regras, até mesmo criando tratado de paz. Com a ajuda da tecnologia avançada que caminhava dia após dia, não foi difícil para que se reconstruíssem firmes e fortes.
O processo de desviar o investimento do país para áreas focadas na população foi trabalhoso para alguns, por que quanto mais culta era a população, mais difícil era dominá-la. Mas os avanços ao redor do mundo não permitiam que um país ficasse para trás, a evolução estava chegando. A quantidade de profissionais capacitados aumentava a cada momento, o que exigia mais e mais.
Por volta de 2.100, os cientistas começaram a entrar em crise. Já não existia o que pudesse ser inventado para contribuir com a sociedade.  Nada mais parecia ter espaço para ser criado, até que começaram a concentrar-se na única coisa que, até então, não havia sido suficientemente explorada por não haver necessidade: armas. A corrida armamentista veio barulhenta e violenta, cada nação, cada cientista queria ser o mais forte, o mais potente, e não demorou até que suas criações começassem a ser usadas uns nos outros. Com a tecnologia no pico, não era difícil criar armas das mais diversas formas, com os mais diversos efeitos, desde simples armas, até robôs, tanques e etc.
O período de guerra não foi longo, mas os estragos foram inimagináveis. O homem parecia cada vez mais estar voltando às suas origens. O período negro passou como uma névoa pela face da terra, carregando tudo o que podia consigo. Não demorou até que o ar e a água estivessem completamente intoxicados, obrigando as colônias humanas restantes a viverem em bolhas com filtração de ar e água. As guerras já haviam passado do orgulho, e virado questão de sobrevivência. As pessoas destruíram o que era seu, viviam em pequenas comunidades tentando pegar o que era do outro. A tentativa de adaptação era iminente, mas infelizmente não envolvia esforço próprio. As colônias passaram por períodos de disputa por território e alimentos, e aos poucos a terra não era mais um planeta habitável, e completamente hostil por si só.
E então, o silêncio. Por volta de 2.200, já não havia um ser vivo que pudesse presenciar a situação pós-apocalíptica de seu próprio planeta, e aos poucos as próprias máquinas perdiam seu propósito e paravam de funcionar.
Robôs de diversos tipos, largados por volta do que restou, caminhavam realizando suas antigas funções, mas os mais ultrapassados não demoraram a perecer. Felizmente, os mais avançados contavam com suas inteligências artificiais, para que fosse o suficiente para se adaptar às novas circunstancias, obrigando-os à procurar energia.
Em uma das escavações em busca de energia, destroços interessantes foram encontrados por um grupo de robôs. A imensidão de areia não parecia incomodar os robôs em suas escavações, e apesar de precisarem mesmo da energia, pareciam mais interessados nas diferentes construções despedaçadas e soterradas pela areia. Juntando as peças aos poucos e com cuidado, analisaram a forma majestosa à sua frente. Havia diversas construções com largas colunas, depois de longos anos esquecidos e enterrados aos pedaços. A energia no local parecia fraca e dispersa, mas os robôs precisavam dela.
Entre estudos e escavações aprofundadas, os robôs se deliciavam com um mundo completamente novo, cheio de histórias, mitos e artefatos espalhados por onde quer que procurassem. Pelas relíquias, pinturas e artefatos, descobriram figuras onipotentes e poderosas, sentadas em circulo em uma alta torre. O Monte Olímpio. Concordaram que era isso o que faltava. Teriam que criar um jeito de trazer um desses seres, chamados  Deuses. Estavam certos de que os Deuses nunca viriam para um lugar tão imundo, e principalmente estavam certos de que os Deuses deveriam estar muito bravos pelos humanos terem perdidos seus pertences, artefatos, tesouros e adorações. O único problema era: entre tantos Deuses ali marcados, qual deles seria aquele que traria a vida de volta àquele lugar? Cada robô tinha o seu próprio ponto de vista da situação, e a própria opinião de Deus que deveriam trazer à terra. Contrariados uns com os outros, cada robô tomou seu rumo pelo deserto e destroços, construindo um monumento para trazer a vida de volta, salvando a população robótica por um bom tempo até que precisassem de mais energia.